Norma McCorvey, conhecida sob o pseudônimo de Jane Roe, admitiu que foi paga pelo movimento "pró-vida" para trocar de lados e se tornar uma porta-voz contra o direito ao aborto durante os últimos 20 anos. Na década de 1970, ela entrou com uma ação judicial na Suprema Corte contra a Promotoria do Texas, onde o aborto somente era legal em caso de risco à vida da mulher. A Suprema Corte emitiu a famosa decisão, conhecida como Roe v. Wade, que garante a constitucionalidade do direito ao aborto no EUA desde então. A decisão se tornou objeto de intensa disputa no país até os dias de hoje. A mentirosa conversão ao cristianismo de McCorvey, que antes era ativista pelo direito ao aborto e vivia um relacionamento lésbico, se tornou a peça de propaganda perfeita e foi amplamente divulgada pela direita cristã norte-americana. Entretanto, em documentário lançado recentemente, Norma McCorvey admite que foi paga para se tornar uma ativista contra o aborto. "Eu era um peixe grande", declarou. É estimado que Norma recebeu pelo menos 400 mil dólares por sua intensa atuação. Soa familiar? Essa é uma tática amplamente utilizada por atores antigênero ao redor do mundo, que contam com grandes financiamentos para pagar por ativistas, por protestos, publicar livros, filmes etc. 👉Leia mais sobre essa fraude no link da bio #essagentemente #damaresmente #bolsonaromente #abortolegal Via @sxpolitics 💜



