Após ser fortemente pressionado, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga revogou, na sexta passada (6), a resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) que tinha como proposta “garantir o direito aborto legal". Publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (3), após a legitimação do ministro, a resolução previa “garantir o direito ao aborto legal, assegurando a assistência integral e humanizada à mulher”. Também continha uma moção que pedia a retirada de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da “inviolabilidade do direito a vida desde a concepção”.
A revogação foi para atender o apelo de grupos conservadores, que viram no documento a possibilidade de legalização do aborto. Os apoiadores extremistas utilizaram, inclusive, seus perfis nas redes sociais para atacar o ministro, chamando-o de “abortista”.
Precisamos nos manter combativas e pressionar igualmente pelos nossos direitos para que não haja apenas a voz dos conservadores a ditar os rumos do que é feito com nosso corpo. Esmorecer jamais! . #nempresanemmorta #legalizeoaborto



