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No 28 de maio, Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Maternal, lembramos o caso Alyne Pimentel para ressaltar a importância da data.
Alyne da Silva Pimentel Teixeira, uma mulher jovem, 28 anos, negra, moradora de Belford Roxo (RJ), foi vítima de negligência médica quando estava grávida de seis meses, em 16 de novembro de 2002.
O Estado brasileiro falhou em garantir serviços de saúde eficazes na gestação e no parto de Alyne. O que resultou em um feto natimorto e na morte da jovem, 5 dias após a primeira entrada no hospital.
Dados do Ministério da Saúde apontam que em 2002, ano da morte de Alyne, a taxa de mortalidade materna no Brasil era de 68,9 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. Em 2018, passou para 59,1 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos.
Já em 2020, um estudo da Fundação Abrinq revela o maior aumento no número de mortalidade materna dos últimos 10 anos. Foram 67,9 mortes a cada 100 mil nascidos vivos (em 2019 eram 55,3 mortes).
Em março de 2022, o podcast Caso Alyne Pimentel: 20 anos foi lançado como parte de uma estratégia nacional por Justiça Reprodutiva formada por 15 organizações.
A realização é do Catarinas, Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde (@coletivo_feminista) e Coletivo Margarida Alves (@coletivomargaridaalves), com apoio do Cladem Brasil (Comitê Latino-americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher).



