"Uma criança de 11 anos, grávida após ser vítima de um estupro, está sendo mantida pela justiça de Santa Catarina em um abrigo há mais de um mês para evitar que faça um aborto legal."
Com informações do @portalcatarinas e do @theinterceptbrasil, veio à tona mais um grave caso de violação de direitos em relação ao aborto legal.
Desta vez, a vítima é uma menina de 11 anos. Entenda os detalhes dessas violações.
#audiodescrição: Cinco cartões roxos com a logo do Nem Presa Nem Morta no canto inferior direito.
No primeiro, vê-se uma boneca em preto e branco, com o tronco de uma boneca coma cabeça e os braços soltos; os olhos estão cobertos com o seguinte texto "Direitos que a juíza Joana Zimmer viola ao impedir o aborto legal de menina de 11 anos".
No segundo card, lê-se: "A lei brasileira não define até que idade gestacional o direito ao aborto deve ser respeitado, em especial quando a vida da gestante está em risco, como é o caso de uma criança de 11 anos, recém completados.
No terceiro, o texto é: "A OMS atesta que um parto apresenta muito mais riscos para uma criança do que o aborto."
No quarto card, o seguinte texto: "Essa menina, vítima de estupro, está sendo submetida a tratamento cruel ao ser retirada do convívio familiar com a justificativa de proteção ao feto. Na audiência, ela foi coagida a manter a gestação."
No último card, o texto: "É um caso grave de violação de direitos por parte do Judiciário brasileiro que contraria a legislação sobre aborto."



