Os posts e mensagens parecem oferecer uma saída para quem enfrenta uma gravidez indesejada, como a oferta de remédios abortivos ou informações sobre aborto. Mas quando entra em contato, a pessoa passa a ser abordada por uma organização cujo esforço é o contrário do prometido: ela passa a tentar convencer a seguir com a gestação, mesmo nos casos em que o aborto é permitido por lei, como quando aconteceu um estupro.

Essa é mais uma das consequências da criminalização do aborto no Brasil. Ao invés de encontrar acolhimento e atendimento seguro, somos levadas a redes inseguras com violências desse tipo. Saiba mais na reportagem do @aosfatos