Para a maioria da nossa população (79%), faltam informações sobre a interrupção da gravidez prevista por lei e mais de metade (53%) afirma não conhecer qualquer serviço de saúde que atenda vítimas de estupro. Ã o que indica a pesquisa realizada pelos institutos @ipatriciagalvao e locomotiva
Apesar do desconhecimento, a maioria das pessoas acredita que todas as cidades deveriam contar com serviços públicos para interromper gestações decorrentes de violência sexual e metade dos entrevistados e entrevistadas considera que o aborto deveria ser questão de saúde pública e não de prisão.
ð Acesse a pesquisa âPercepções sobre direitos de meninas e mulheres grávidas pós-estuproâ em: agenciapatriciagalvao.org.br/mulheres-de-olho/dsr
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