O moralismo é uma moeda de troca eleitoreira eficiente no Brasil. Ele mantem o debate sobre aborto refém de uma visão única: mulheres, meninas e pessoas que gestam devem estar sempre sob tutela. O direito de decidir é apropriado por setores ultraconservadores da sociedade, reforçando a criminalização e transformando em tabu qualquer discussão que leve o tema para outra direção.
O avanço do debate e da conscientização sobre direitos sexuais e reprodutivos é um risco para a extrema direita, grupos políticos conservadores, fundamentalistas religiosos e extremistas que lucram ao manter a pauta como tabu.
#NemPresaNemMorta



