Alyne tinha 28 anos, era mãe e estava grávida de 6 meses quando sentiu uma dor forte na barriga. Foi buscar ajuda, e não recebeu, apesar dos esforços de sua família para superar os entraves.

Em 2011, a ONU condenou o Brasil pela morte dela: a primeira vez que um país respondeu internacionalmente por um caso de morte materna evitável. Mesmo assim, entre 2025 e 2026, foram registrados 1.157 mortes maternas – sendo 92% evitáveis.

A história de Alyne não é exceção, e por isso precisamos continuar denunciando.

Pelo fim do racismo obstétrico!

Referências:

🔹 “Boa de parir”, “aguenta mais a dor”: o racismo obstétrico no Brasil (2023) https://www.terra.com.br/nos/boa-de-parir-aguenta-mais-a-dor-o-racismo-obstetrico-no-brasil,094e58aaee280e1351450f858aa15391y46unkn1.html

🔹 Mulheres pretas têm o dobro de risco de morrer durante ou após parto, diz estudo (2024) https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mulheres-pretas-tem-o-dobro-de-risco-de-morrer-durante-ou-apos-parto-diz-estudo/

🔹 Maioria das mortes maternas são evitáveis e expõem falhas em atendimentos (2026) https://www.cnnbrasil.com.br/saude/maioria-das-mortes-maternas-sao-evitaveis-e-expoem-falhas-em-atendimentos/

🔹 Caso “Alyne Pimentel”: violência de gênero e interseccionalidades (2020) https://www.scielo.br/j/ref/a/CNfnySYtXWTYbsc987D8n5S/?lang=pt

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