A criminalização do aborto não acaba com a prática, e é só estar de olhos atentos para perceber que todo mundo sabe disso.

Em países onde o aborto é proibido ou severamente restringido, as pessoas continuam interrompendo as gestações. A diferença é que muitas vezes são obrigadas a recorrer à clandestinidade, enfrentando riscos evitáveis à saúde.

Transformar uma questão de saúde pública em caso de polícia não reduz o número de abortos, apenas aprofunda desigualdades. Enquanto pessoas com mais recursos encontram alternativas seguras, as mais pobres ficam expostas às consequências da criminalização.

Debater aborto é debater saúde, autonomia, justiça social e reprodutiva.

E parece que tem uma galera já falando sobre isso por aí… 👀

#NemPresaNemMorta