Nesta semana, o 28 de maio é o Dia Nacional de Luta pela Redução da Mortalidade Materna. É também o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher. Esta data nos dá a oportunidade de debater a importância dos cuidados com a saúde geral da mulher e de políticas públicas que ajudem a garantir cada vez mais segurança para gestantes.
Uma pesquisa coordenada pela professora Maria Lúcia Garcia, do Programa de Pós-Graduação de Política Social (PPGPS) da Ufes, realizada em parceria com a Universidade de Cuba, mostrou que o Brasil teve uma média de 55,82 mortes maternas a cada 100 mil nascidos vivos entre os anos de 2005 e 2017, e o abortamento inseguro sendo a quarta maior causa de morte, atrás de complicações no parto, transtornos hipertensivos e complicações na placenta.
A situação de ilegalidade do aborto no Brasil, a falta de acesso a serviços de planejamento familiar, ao serviço pré-natal de qualidade, a serviços de emergência obstétrica eficazes e a serviços de qualidade para tratamento de complicações decorrentes de aborto provocado ou espontâneo são os fatores que contribuem para os altos índices de mortalidade materna no Brasil.
Dessa forma, lutar pelo aborto seguro é uma das maneiras de garantir a redução da mortalidade materna. A OMS qualifica o aborto legal, realizado por equipes médicas qualificadas, como um “procedimento médico de elevada segurança”. . Curta, comente, salve, compartilhe, ajude nosso engajamento. . #aborto #abortolegal #abortoseguro #legalizeoaborto



