Com a aprovação de uma lei que permite o aborto até às 12 semanas, Gibraltar acabou com uma das mais rígidas leis do mundo relativas à interrupção voluntária da gravidez, onde o aborto poderia ser punido com pena de prisão perpétua.
No referendo realizado, 62% da população de Gibraltar votou a favor de acabar com a penalização. A partir de agora, entra em vigor uma lei que permite o aborto em quatro situações distintas: até às 12 semanas de gestação sem que haja necessidade de justificativa, em caso de evitar lesões graves à saúde física ou mental da gestante, em caso de risco de vida para a gestante ou em casos de perigo de morte fetal. Sendo que as três últimas condicionantes exigem supervisão médica, não incluem limitação de tempo e contemplam a objeção de consciência.
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