Mais um retrocesso!

Após ignorar contatos da ONU para participar do fórum Generation Equality sobre desigualdade de gênero, o Brasil ficou de fora da construção da agenda em prol da igualdade de direitos para meninas e mulheres para os próximos cinco anos, tendo em vista a Agenda 2030 da ONU.

A declaração sobre direitos sexuais e reprodutivos das mulheres foi assinada por 65 países membros da ONU e pede que países tomem medidas para assegurar igualdade de direitos para mulheres e meninas.

Assinaram o documento países conhecidos por promover uma agenda progressista em relação às mulheres, como os escandinavos Islândia, Suécia e Noruega. França, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Holanda também estão entre os signatários do texto, além de outras nações com pouca tradição no combate à desigualdade de gênero, como os africanos Tunísia, Serra Leoa e Botsuana.

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