A Corte Suprema de Justiça (CSJ) de Honduras admitiu um recurso de para despenalizar o aborto em caso de estupro, poucas possibilidade de sobrevida para o bebê ou risco de vida para a gestante. A petição apresentada foi assinada por cerca de 20 organizações entre as quais representantes de direitos humanos e organizações que lutam por direitos reprodutivos das mulheres. Isto representa um avanço histórico importantíssimo já que o aborto em Honduras é ilegal sob quaisquer circunstâncias, incluindo em casos de estupro, incesto e perigo para a saúde da mãe ou do feto. O Código Penal hondurenho afirma que "o aborto é a morte de um ser humano a qualquer momento durante a gravidez ou durante o parto". A proibição é tal que qualquer pessoa que auxilie uma mulher a fazer um aborto pode ser criminalmente acusada e encarcerada. O governo também proíbe o uso da pílula do "dia seguinte".
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