Em entrevista à Agência Pública, Emanuelle Góes fala sobre como o racismo institucional e a criminalização do aborto matam mulheres negras dentro das maternidades. Sua tese “Racismo, aborto e atenção à saúde: uma perspectiva interseccional” expôe como a criminalização do aborto contamina o atendimento garantido por lei e mostra como mulheres negras têm mais barreiras no acesso aos serviços de saúde.
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