Parlamentares conservadores seguem em sua cruzada contra os direitos reprodutivos!
Após a derrota histórica do PL 1904/24 (o infame PL do Estupro), em 2024, esses parlamentares agora tentam uma manobra: modificar o projeto para retirar a criminalização direta de mulheres e meninas — mas manter a perseguição aos profissionais de saúde que realizam abortos após 22 semanas. E, para isso, precisam do apoio de Hugo Motta, novo presidente da Câmara, para pautar o projeto.
Enquanto isso, no Senado, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) avança com o PL 1301/25, com o mesmo objetivo: punir médicos e médicas que garantem o acesso ao aborto legal acima de 22 semanas.
Essas iniciativas têm o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), sob uma gestão extremamente conservadora, alinhada a conselhos como o Cremesp — que, em 2024, tentou punir médicas de um hospital público de São Paulo por simplesmente cumprirem a lei. É um ataque orquestrado aos direitos garantidos por lei. Estamos atentas 👀



