Em junho de 2022, a Suprema Corte dos Estados Unidos revogou o direito constitucional ao aborto após quase 50 anos.


Desde então, 41 dos 50 estados introduziram proibições ou restrições ao aborto e os ataques aos métodos contraceptivos e à saúde reprodutiva se intensificaram. Essas questões aprofundaram as disparidades existentes na Saúde, especialmente em prejuízo das comunidades negras, indígenas e latinas, que já enfrentam barreiras sistêmicas no acesso aos cuidados de saúde.


Mesmo nesse cenário, o acesso ao aborto persiste por meio da telemedicina, da entrega de medicamentos por correio, de clínicas móveis, do apoio a viagens e da resistência coletiva!


Post traduzido e adaptado a partir de conteúdo da @feminist