A OMS define gravidez precoce como aquela que ocorre antes dos 19 anos. No Brasil, essa realidade atinge de forma desigual adolescentes (de 15 a 19 anos) em diferentes regiões do país. Enquanto no Sul são 35 gestantes adolescentes a cada mil jovens, no Norte esse número mais que dobra: são 77,1 a cada mil. Os dados são da nova pesquisa do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas.

Essa desigualdade revela muito sobre o acesso à informação, saúde e proteção. A gravidez na adolescência é uma das principais causas da evasão escolar no país, influencia a queda na renda e traz prejuízos à saúde mental e física – tanto da adolescente quanto do bebê.
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📚 A resposta está especialmente no acesso à educação sexual integral e ao planejamento reprodutivo. É também importante a disponibilização e garantia de métodos contraceptivos condizentes com a realidade e a vontade de quem busca esse cuidado na adolescência.

💬 Falar sobre isso é urgente e proteger o futuro das adolescentes é dever de todo mundo.

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